Equin-Ócio

18 10 2009

Então, como é que isso realmente funciona?

Um dia se está em casa, sujando fraldas; Depois vem a escola; No outro dia, você está na faculdade.

No outro, já decidiu abandonar a faculdade. Depois, você volta para casa, curte o limbo. Se arrepende.

Corre atrás do tempo perdido, das pessoas. Recupera algumas, as mais importante… Algumas te recuperam, melhor dizendo. E vocês começam a viver um apaixonado relacionamento conjugal.

As idéias começam a surgir, bem como os obstáculos. Mas quando vê, você já está em busca de alugar um ponto perfeito para montar o negócio dos sonhos e tocar a vida. E mais, você ganhou uma cúmplice para suas idéias.

O que? Vai dizer que não ofi assim com você também?

Bem… talvez eu seja o estranho.

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Aproveito para anunciar aos “ainda” leitores do blog, se é que restou algum em algum lugar depois deste pequeno intervalo que tivemos, que algumas novidades devem surgir. Claro, isso se não acontecer algo antes.





For God’s Sake

18 03 2009

apcm1

Sinto-me, na última semana, mais órfão do que jamais me senti. Aconteceu que, a APCM (supostamente Associação Antipirataria de Cinema e Música), testa-de-ferro (com todos os hífens que eu quiser) do cartel “cultural” brasileiro, aprontou mais uma.

Comunidade DISCOGRAFIAS, hospedada no orkut, foi fechada por ameaças desta associação. A comunidade abrigava cerca de 920.000 membros, e sabe-se lá quantos usuários (para ser usuário não precisava ser membro)… O trabalho era muito bem feito, o conteúdo muito bem organizado, coisa cada vez mais rara hoje em dia, em todas as facetas de nossos delírios cotidianos.

Talvez o que mais incomodasse as gravadoras não fosse o fato dos direitos autorais violados em si, e sim o sucesso indiscriminado entre os usuários da DISCOGRAFIAS, que colocava as VENDEDORAS de acervos culturais em uma posição muito aquém da, conquistada – em pouquíssimo tempo (cerca de 3 anos) – pelo portal de distribuição e redirecionamento gratuito deste material.

Enfim, na Era do Capital, já sabemos quem fala mais alto. É só um desabafo. Me sinto triste com a queima deste baú de músicas. Se algum dos moderadores da comunidade chegar a ler isso: Pô, valeu por tudo.

Efeitos colaterais:

http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/03/16/comunidade-201cdiscografias201d-encerra-suas-atividades-no-orkut/

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u535274.shtml http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia,para-analista-fim-de-comunidade-de-download-e-questionavel,340357,0.htm m





Bata na estrada, Jaque!

10 02 2009

E quando a gente bate na rua, não tem mais volta. Nunca mais, nunca mais, nunca mais. Por mais que se tente. Hit the road, bater na rua… sacou, sacou? Enfim, I’ve hit the road. Mas isso não tem muito a ver com o que eu queria falar. Mandar-te-ei tomar no cú mais tarde, porém agora sugiro o seguinte vídeo, já que a gente ta falando de Rite de Rôade Jaque.

Bom, há pouco – mas nem tão pouco assim – tempo, disponibilizei alguns vídeos dos (The) Beatles por aqui. A página foi bem recebida, e acho que tenho algumas outras paixões a compartilhar que também poderiam agradar. Mas, estou com preguiça. Sugiro buscarem sobre vida e obra de “Ray Charles, o foda”. Tem um filme muito bom sobre ele, com toda a putaria que o ceguinho aprontava, e etc. Tem a comunidade ‘discografias’ (orkut) pra vocês baixarem músicas, tem as Americanas pra comprar o cd e dar lucro pras gravadoras inféis… enfim, opções não faltam. Mecha esse traseiro gordo. Mas isso também não era o que eu queria falar. E fim.

Mais que isso, não tem. Só o pós script.

Ps: falamos de Beatles denovo? Putz, então lá vai:

esse gurizim tem aproximadamente dois bilhões trezentos e quarenta e cinco vídeos publicados no youtoba, só com as melhores músicas. tem duas versões dele do classic hit Canon (em D) – Pachelbel (figura com um nome engraçado). Vale os minutos postos a assistir. Aposto.

Ps2: carvalho, compulsão por postar vídeos. taí:

o Trace também tem bons vídeos, mas isso fica pra outa hora. Enjoy, for free.





Da braguilha a bloguilha

24 01 2009

Algumas coisas, talvez a maioria delas, são atiçadas em nossas mentes a partir de acontecimentos tolos. É aquele tipo de coisa que poderia acontecer com qualquer um, mas, pooourra, aconteceu contigo, e você se queda bestificado com tal descoberta. Eis a arte da vida, do encontro. Aí você pega e fala: EPIFÂNIA! Ps: Epifânia não é nome de tia. É isso:

Súbta compreensão da essência da vida!

Súbta sensação de compreensão da essência da vida!

Braguilha, aquela que você nunca lembra de fechar.

Braguilha, aquela que você nunca lembra de fechar.

Num dia desses, num desses encontros casuais, vi-me diante do pai-dos-burros (WIKIPEDIA) procurando sobre braguilha. Braguilha, não sabe o que é? Aquele fecho éclair, que tu usa na calça e que te permite sacar teu aparato de esportes reprodutivos nas horas de necessidade. Sacou?

O que os três poucos leitores deste blog não sabem é que eles não estão mais sozinhos. Cada dia mais, aumenta o número de visitantes que recebemos – só que ainda não sabemos é se eles nos lêem ou param aqui só por causa da sacanagem que aprontamos com as tags nos textos.

Tags, leigos, são aquelas palavrinhas que aparecem logo abaixo de cada post – no nosso blog, em vermelho – e que servem para que quem procura algum daqueles termos no oráculo (Google) nos encontrem. Tentem, por exemplo, “viagem de onibus rio salvador”, ou alguma combinação deste tipo, e o Google vai te apontar nosso amiguinho “caixeiroviajante”. É meio óbvio que quem busca por esses termos não está muito afim de ler sobre minha viagem, e sim de dados técnicos sobre a viagem. Mas, não sou garoto propaganda das viações Itapemirim, sou?

Se vocês passarem a observar, verão que sacaneamos algumas vezes com as tags. Mas que caralhos isso tem a ver com braguilha? – Tenham calma, infiéis.

Buen, quando comecei o blog, a idéia era só criar um espaço para narrar à minha maneira os acontecimentos ao meu redor nas minhas viagens. Egocêntrico, não? Foda-se. De lá pra cá, percebam, o blog mudou um bocado, e fora uma ou outra que aparecem por aí, tenho já poucas viagens a narrar; isso faz com que o nome CAIXEIROVIAJANTE não seja mais muito adequado (vá pra casa do carvalho, trema maldito) ao que fazemos por aqui.

Pensamos na solução mais óbvia que podíamos encontrar: mudar o nome do programa. De Jogo do Milhão para Show do Milhão, de Big Brother para Casa dos Artistas, de O Clone para O Caminho das Índias, algo assim. Mas, como mudar o nome de um filho sem se sentir mal com isso? Se o João é João, não vou mudar o nome dele para Ambrósio só porque ele comporta-se como José.

Solução? Manter o CaixeiroViajante com este nome, porém filiá-lo a um outro blog, mais generalista. Esse um tratará de assuntos diversos, como cinema; música, literatura, vídeos engraçados, textos descompromissados, críticas sociais, notícia em tempo real, ciência, saúde… Com uma gama tão ampla, pensei em batizá-lo de Universo OnLine. Mas achei o nome muito clichê e deixei para lá.

Voltamos à braguilha; here we go.

“A braguilha é uma peça de vestuário masculino que se usava nos séculos XV e XVI para cobrir os órgãos genitais. Por extensão, o nome é aplicado à abertura à frente das calças, calções ou cuecas que se costuma fechar com fecho éclair ou com botões, e que permite ao seu portador retirar o pénis para fora na ocasião de urinar.

Nos séculos XV e XVI, a braguilha surgiu por razões de pudor: Os homens vestiam calças muito justas que eram abertas na zona entrepernas, de modo que os órgãos genitais eram cobertos somente pela extensão de um colete muito em voga até aí. Quando a moda mudou e os homens começaram a usar coletes mais curtos, surgiu a braguilha.

Algumas armaduras do século XVI incluem braguilhas metálicas.”

Carlos I de Espanha usa neste retrato pintado por Ticiano uma braguilha (1532-1533).

Carlos I de Espanha usa neste retrato pintado por Ticiano uma braguilha (1532-1533). Ps: isso é uma bixooona - zoófila, ainda por cima! Ps²: É O RODRIGO AMARANTE!!??

Sentiu-se mais culto com isso?

Cara, a ISO 9001 deveria tornar obrigatória a colocação de uma braguilha metálica em toda e qualquer armadura!!! Isso devia ser muito útil.

O blog mãe será chamado de bloguilha. “Um blog para cobrir os genitais? “– Não exatamente. Aliás, “blog mãe” é a p. Esse será é blog pai.

A braguilha era usada para que o cara pudesse deixar os genitais totalmente legalized. E qual a nossa intenção com o blog se não pagar de escritorezinhos para que as menininhas nos achem cultos e liberem mais fácil para nós?? E o blog é para que possamos nos manifestar com liberdade.

Entendeu?

Te enrolei direito nesse texto? Porque, na verdade, vai ser bloguilha só se a idéia perdurar, sem essa de braguilha. Só gostamos do nome. Só isso. eu juro tio!

Digam-nos, o nome fica bom??

Ah, o caixeiro viajante será uma seção do novo blog e não perderemos nada com isso =D

Caso não tenha gostado do nome, não precisa ir tomar no c*. A gente aceita novas sugestões de nome. Manda ver, campeão!





Geração Blogosfera

22 01 2009

Em meados de dois-mil-e-qualquer-coisa, se não estou muito enganado, tornou-se popular um movimento peculiar na rede mundial. A chamada Web 2.0 era nenê, porém já ganhava força e cara. No Brasil isso se deu por conta de um público, dominantemente, pré e adolescente, e por adultos/profissionais mais abertos ha que o comum.

Àquela época não existiam os emos, porém creio que alí é que eles foram moldados. Mas isto não vem ao caso, e nem é da minha conta a primeira ou segunda infância dessas doces e sensíveis criaturas.

Doce criatura

Doce criatura

Pois bem, no princípio era o verbo… os Flogs (foto logs) e blogs (blogs). Fotologs eram como um blog com fotos, e blogs eram fotologs sem fotos; no final das contas, ambos viraram uma coisa só, porém separados. Flogs já não deixavam de ser flogs por conterem textos, e nem blogs deixavam de ser blogs por conterem fotos; O que os diferencia até hoje? – Sinceramente, não sei. O layout, talvez. Mas isso também não é de suma importância.

Flogs e blogs dividiram, como supracitado, características parecidas e um  público também muito similar. Quando a modinha pegou com força diabroos flogers/blogers (doravante somente blogers) começaram a apresentar algumas características muito frequentes (sem trema, santa reforma) e já podiam ser classificados em grupos: – Os que pediam visitas; – Os que viraram um pé no saco te enchiam de spam para que você visitasse a m* do blog de m* que aquele bloger de m* tinha feito.

Eu estive nesses grupos desde o princípio, e já estive dos dois lados da parada. Enquanto de um eu pedia visitas, do outro eu bloqueava do icq visitava os blogs que pediam para eu visitar. Enfim, um saco.

O negócio era tão grande ha que começaram a apercer concursos para ver quem tinha o maior… cof…  e melhor blog. Eu mesmo participei de vários, e um dos blogs que tive sempre se mantinha entre os cinquenta primeiros. Numa lista de 5000, nada mal, concordam? Esse falido falecido se chamava ktarronoasfalto, ktarronaweb, qualquer coisa assim. Era uma porcaria, conteúdo xulo, montagens sem o menor sentido, coisa tosca. Tudo construído com a ajuda de meu amigo Felippe. Na verdade, o ajudante era eu, mas as vezes é bom se tratar como protagonista.

Se era uma porcaria, porque sempre nos dávamos bem?

Simples, porque nunca na história deste país o melhor blog do momento venceu um concurso de melhor blog do momento. Sempre vencia quem tinha mais votos, e não quem era melhor. Com um ICQ e um MSN bem munido de amigos, virtuais ou não, era fácil ficar bem classificado. E depois, com o advento do ORKUT, é que a coisa virou um inferno.

Inferno, foi isso que você leu? Bom, acho que até o coisa ruim usava anti-spam nessa época. A gente já não acessava o orkut para ler scraps, e sim para apagar “vai no meu flogão!”, “atualizei meu vibe flog”, “oi lindo, comenta no meu flog?”… e, quando se dava algum crédito e acessava-se a página, era sempre a mesma porcaria. Meninas rabudinhas empinando a bunda, música tosca ao fundo, um gif animado com muita purpurina  e estrelinhas… enfim, tudo ao estilo periguete-com-purpurina-no-decote. Bom, depois de algum tempo, já não se dava crédito a ninguém; o máximo que se fazia era acessar a página, desligar a caixa de som, e comentar algo como “oi, passei por aqui. comenta no meu?”, isso só para manter a amizade — sim, os amigos também tinham blogs toscos.

Exemplo do que se produz, até hoje, em vibeflogs da vida.

Exemplo do que se produz, até hoje, em vibeflogs da vida.

Por que diabos eu to escrevendo sobre isso?
Bem, não sei. Acabou de acontecer um concurso de BBB (best blogs brasil), para o qual nosso magnífico e esplendoroso blog nem foi indicado. O que é bom, pois daria vergonha ser citado por lá.

O blog de um tal de Tás ficou como segundo melhor. Visitei o dito cujo, e.. que lixo. Tudo nada com nada…. O melhor colocado também não é lá essas coisas. O AOE, ao meu ver merecedor do título (embora em outra categoria), ou ao menos um lugar no (ái)podium, ficou com a honradíssima penúltima colocação, o que me deixou muito feliz.

Se o primeiro colocado era uma bosta, ao menos os últimos devem ser bons. Não cheguei a visitar os últimos pra ver….

Por essas e por outras sinto vontade de parar com o blog.

Tchau. Amém.

~

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RÁÁÁÁÁÁA´!
Pegadinha.

Estou defecando e me locomovendo pra porcaria que se produz hoje em dia na blogosfera.

Enfim, comentaí vai? Se não, vou entupir tua caixa de e-mail, tuas janelas do msn, teus tudos com pedidinhos pra visitar meu vibe flog! Olha que eu crio um, heim!!! Ou pior, farei poses sensuais com dedinhos e tudo (salve Eliana!)…

Senhoras,

beijos e abraços. Paz e bem, como diria meu mestre. Boa noite, como diria o outro.








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